"Eu sei que não existem castelos...
E que histórias de amor são contadas por alguém apaixonado por alguém...
Mas é pecado sonhar acordada?
Meu principe se esconde entre as colinas de fogo...
O seu cavalo relincha sob as árvores altas do bosque...
[Onde estou agora?]
Eu procuro-te em todos os lugares...
E você não está tão óbvio...
Há um rio logo à frente...
[Eu me aproximo...]
São fundos os seus poços...
Há um sapo encarando-me...
Você será o meu derradeiro??
Não!
[eu não sou de ninguém...}
[Ninguém é meu...]
As folhas do outono caem no final da tarde de sexta-feira e pousam silenciosamente na calçada. Sabe-se que ninguém chorará pelo cair de uma folha, tão pouco apertará os dedos em súplica pela sua perda de qualquer árvore do parque. As folhas seguirão as rajadas do vento. Irão como pássaros livres sobrevoar o oceano... Passarão por velas de barcos e marinheiros astutos. Elas mostrarão o caminho. Um caminho em que as Folhas do Chão deram o seu lugar para outras folhas após o outono!

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