"Nas profundezas de teu olhar...
Busquei o mar...
Busquei um esconderijo...
Procurei um lar.
Nas profundezas de teus beijos...
Busquei a imensidão...
Busquei uma fortaleza...
Procurei teu coração.
Nas profundezas de teus dedos...
Busquei realmente te amar...
Busquei o arrebatamento...
Procurei-o nas chamas desse entoar!
Nas profundezas de tua voz...
Busquei o que se clama...
[Apaguei a vela em chama!]
As folhas do outono caem no final da tarde de sexta-feira e pousam silenciosamente na calçada. Sabe-se que ninguém chorará pelo cair de uma folha, tão pouco apertará os dedos em súplica pela sua perda de qualquer árvore do parque. As folhas seguirão as rajadas do vento. Irão como pássaros livres sobrevoar o oceano... Passarão por velas de barcos e marinheiros astutos. Elas mostrarão o caminho. Um caminho em que as Folhas do Chão deram o seu lugar para outras folhas após o outono!

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